Empresas precisam ir além do discurso: manuais antirracistas se tornam ferramenta essencial de gestão e *reputação
Dione Assis, fundadora da Black Sisters in Law explica que a ausência de diretrizes claras expõe instituições a crises, perdas financeiras e fragilidade na cultura organizacional Em um cenário de crescente vigilância pública e amplificação de debates nas redes sociais, empresas e instituições têm sido cada vez mais cobradas por posturas concretas no enfrentamento ao racismo. Mais do que posicionamentos pontuais, especialistas apontam a necessidade de estruturar políticas internas consistentes, e é nesse contexto que os manuais antirracistas ganham protagonismo. Esses documentos, que vão além de códigos de conduta tradicionais, estabelecem diretrizes práticas para prevenir situações discriminatórias, orientar a comunicação institucional e definir protocolos claros em casos de crise. Na prática, funcionam como ferramentas estratégicas de gestão, alinhando discurso, cultura organizacional e tomada de decisão. Para Dione Assis, fundadora da Black Sisters in Law, a ausência dessas diretrize...





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