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Destaque

Dougllas Fernanddo celebra participação em show de Priscila Senna: ‘Estou realizado!’

 Artista pernambucano também viveu um momento especial em encontro com o grupo 'Calcinha Preta' O cantor e compositor pernambucano Dougllas Fernanddo, conhecido artisticamente como Odoguiinha, viveu um dos momentos mais significativos de sua carreira ao participar de um show da cantora Priscila Senna, que reuniu cerca de 20 mil pessoas, e ter um encontro especial com a banda Calcinha Preta, no último fim de semana.  A participação no palco aconteceu exclusivamente ao lado de Priscila Senna, em um momento que emocionou o público e ganhou grande repercussão nas redes sociais. Já com a banda Calcinha Preta, o encontro ocorreu nos bastidores, no camarim, onde Dougllas também teve a oportunidade de cantar e trocar experiências com Mika Rodrigues, O’Hara Ravick, Daniel Dial, Marlus Viana e Bell Oliver, integrantes da banda. Com mais de 1 milhão de seguidores nas redes sociais, Dougllas Fernanddo integra a nova geração da música nordestina e acumula números expressivos nas plataforma...

Denúncia de Felca sobre exploração de menores na internet reforça urgência de ação pelas big techs

Decisão do STF amplia a responsabilidade das plataformas digitais na moderação de conteúdos ilegais, sem necessidade de ordem judicial, e reacende debate sobre segurança infantil online

                                

A denúncia feita pelo influenciador Felca em vídeo sobre “adultização” de menores, abordando casos de exploração infantil e pedofilia, voltou a colocar as redes sociais no centro das discussões sobre segurança digital. O episódio veio à tona quase dois meses após a decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que estabeleceu, para alguns casos, a responsabilidade direta das big techs na moderação e remoção de conteúdos ilegais, sem a necessidade de ordem judicial. Desde que foi publicado, na última sexta-feira (8), o vídeo viralizou, acumulando mais de 25 milhões de visualizações.

De acordo com Aloísio Costa Jr., sócio do Ambiel Bonilha Advogados, pós-graduando em Direito Digital pela FGV/SP, a decisão do STF traz impacto direto sobre as plataformas digitais em casos de circulação de conteúdo impróprio. “O Supremo estabeleceu que a plataforma é responsável quando não promover a indisponibilização imediata de conteúdos que configurem prática de crimes graves, entre os quais crimes sexuais contra pessoas vulneráveis, pornografia infantil e crimes graves contra crianças e adolescentes. O provedor deve dever de atuar de forma responsável, transparente e cautelosa, e será responsabilizado se deixar de adotar adequadas medidas de prevenção ou remoção dos conteúdos ilícitos”.

Para Aloísio Costa Jr., o maior desafio das plataformas não é apenas técnico, mas jurídico. “Cada provedor pode ter um entendimento diferente sobre o que é lícito ou ilícito, e a decisão de remover ou manter um conteúdo sempre gerará insatisfação. No entanto, em casos de crimes graves contra vulneráveis, a tendência é que o Judiciário aja de forma mais protetiva a potenciais vítimas, o que impõe aos provedores de aplicação um dever de vigilância bastante abrangente e profundo, não só quanto aos conteúdos postados, mas também quanto aos comentários e compartilhamentos”, explica.

O STF também impôs a exigência de que as empresas editem normas de autorregulação e tornem claros seus critérios de moderação, o que deve transformar a relação com os usuários. “Quanto mais clareza quanto à atividade moderadora, mais usuários e plataformas estarão amparados juridicamente para se defender de alegações de descumprimento das normas ou para denunciar ilegalidades. Transparência e segurança jurídica caminham juntas”, afirma o advogado.

O vídeo de Felca e a decisão do STF expõem um ponto comum: a urgência de ações concretas para impedir que conteúdos nocivos envolvendo crianças circulem livremente na internet. Para o advogado, “a sociedade espera que as plataformas ajam de forma preventiva e responsável. Mais do que cumprir decisões judiciais, é preciso garantir que a proteção de crianças e adolescentes seja prioridade absoluta na política de moderação de conteúdo”.

Fonte:

Aloísio Costa Jr. – sócio do Ambiel Bonilha Advogados e pós-graduando em Direito Digital pela FGV/SP. Bacharel em Direito pela USP e pós-graduado em Direito Processual Civil pela FGV/SP. Possui atuação na área de Mídia e Entretenimento.


                                            

Aloísio Costa Jr é especialista em Processo Civil e pós-graduando em Direito Digital pela FGV/SP
Divulgação/M2 Comunicação

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