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Conheça sete vozes amazônicas que levam o legado da COP30 ao mundo
Com o apoio da Nikita Music, artistas do Norte projetam cultura, ancestralidade e sustentabilidade da Amazônia no cenário global
Belém, janeiro de 2026 – O protagonismo global da Amazônia durante a COP30 deixou um legado que ultrapassa a pauta ambiental e projeta a cultura regional para novos públicos. Na esteira da visibilidade internacional do evento, a música produzida no Norte ganha destaque no ambiente digital, impulsionada pelo trabalho de distribuidoras como a Nikita Music, que têm ampliado a presença de artistas amazônidas em playlists e curadorias globais, movimento reforçado pela força do streaming, que já responde por 85,6% da receita do mercado fonográfico brasileiro, segundo a Pro-Música Brasil.
“A música é um dos elementos mais potentes da identidade amazônica, reforçando discursos sobre território, ancestralidade, biodiversidade e pertença. Artistas e selos independentes tornam-se porta-vozes de narrativas sobre sustentabilidade, povos tradicionais e inovação criativa no Norte”, comenta Felippe Llerena, diretor-executivo da Nikita Music, destacando o papel estratégico da música na projeção da Amazônia.
Entre os nomes que ilustram essa diversidade e relevância, destacam-se:
1. Nilson Chaves – Um dos pilares da música amazônica contemporânea, Nilson integra MPB com ritmos regionais do Pará. Sua obra carrega forte influência da natureza, do imaginário amazônico e da vida ribeirinha. Premiado nacionalmente, já se apresentou em diversos países difundindo a cultura do Norte e é autor de clássicos como “Sinhá Pureza” e “Lua Soberana”, representando a vertente poética e sofisticada da música paraense.
2. Lia Sophia – Cantora, compositora e instrumentista, Lia Sophia mescla carimbó, guitarrada, zouk, lambada e pop contemporâneo. Nascida na Guiana Francesa e criada no Pará, sua música celebra a multiculturalidade amazônica. Ela ganhou destaque nacional com o hit “Ai, Menina” e é considerada uma das vozes femininas mais importantes da região, unindo sensualidade, ancestralidade e ritmos de fronteira amazônica.
3. Lucinnha Bastos – Com mais de 30 anos de carreira, Lucinnha é conhecida pela voz marcante e interpretação sofisticada de repertório amazônico. Transita entre MPB, carimbó, guitarrada e brega clássico, colaborando com inúmeros artistas paraenses e nacionais. Seu trabalho valoriza afetos, tradições e identidades da Amazônia urbana, consolidando-se como referência vocal da região.
4. Banda Sayonara – Um dos grupos mais emblemáticos do brega paraense, ativo desde a década de 1970. Reconhecida por sucessos românticos que marcaram gerações, mantém forte presença em bailes e festas populares. Sayonara ajudou a difundir o “brega raiz” no Norte e influenciou a cena atual do tecnobrega e do brega pop, sendo referência histórica do gênero e da memória afetiva musical da Amazônia.
5. Silvan Galvão – Percussionista, cantor, produtor e guardião das tradições do carimbó, Silvan atua como pesquisador da cultura paraense, especialmente das expressões marajoaras e ribeirinhas. Seu trabalho reúne performance, dança, ritmos indígenas e afro‑amazônicos, além de formar grupos culturais e trabalhar com mestres tradicionais, sendo figura central na salvaguarda do carimbó.
6. Suraras do Tapajós – Coletivo formado por mulheres indígenas das etnias Borari e Arapium, do município de Santarém (PA). Elas utilizam música, canto ritual e instrumentos tradicionais para denunciar violências e defender o território. Tornaram-se símbolo de resistência feminina indígena na Amazônia, unindo estética ancestral a mensagens políticas contemporâneas.
7. Íris da Selva – Cantora, compositora e performer, Íris une música amazônica, pop experimental e espiritualidade florestal. Sua estética destaca elementos indígenas, narrativas míticas e instrumentos artesanais. Com forte presença no cenário independente, cria experiências sonoras imersivas e sensoriais, abordando proteção ambiental e identidade amazônica, representando a nova geração de artistas da floresta.
Ao mapear artistas com diferentes trajetórias e estéticas, a Nikita Music reforça seu papel como ponte entre a produção amazônica e o mercado global, mostrando que a diversidade regional pode dialogar com audiências amplas sem perder suas raízes. O impacto estratégico dessas práticas vai além da música: ao inserir vozes amazônicas no circuito digital e internacional, promove-se o fortalecimento da cena local e contribui para manter o debate sobre a Amazônia vivo, celebrando pluralidade, ancestralidade, inovação e a urgência em continuar as discussões iniciadas na COP30.
Sobre a Nikita Music
A Nikita Music Digital é uma empresa brasileira especializada em distribuição digital de música e monetização. Seu fundador, Felippe Llerena, é um profissional pioneiro no mercado da música independente e distribuição digital no Brasil. A empresa oferece serviços de distribuição de música digital para gravadoras, produtoras, empresários e artistas independentes, possibilitando a presença em centenas de plataformas de streaming ao redor do mundo. Além disso, a Nikita Music Digital oferece suporte no pitching para inclusão em playlists e promoção no lançamento de novas músicas. Para mais informações, acesse: https://www.nikita.
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