Em Fevereiro, Theatro Municipal de São Paulo abre Temporada de Óperas com a remontagem de O Amor das Três Laranjas (L’Amour des Trois Oranges)
A obra, encenada em 2022, foi um grande sucesso e retorna ao palco, dessa vez com direção cênica de Ronaldo Zero, a partir da concepção do ator e diretor Luiz Carlos Vasconcelos
No dia 26, quinta-feira, às 20h, o Quarteto de Cordas convida Nelson Ayres na Sala do Conservatório. Formado por Betina Stegmann e Nelson Rios nos violinos, Marcelo Jaffé na viola e Rafael Cesario no violoncelo. O repertório apresentado pelo grupo a ser anunciado. Os ingressos custam R$50 e a classificação é livre.
Encerrando o mês e estreando a Temporada de Óperas, o Theatro Municipal de São Paulo apresenta a remontagem de O Amor das Três Laranjas (L’Amour des Trois Oranges), ópera em quatro atos de Sergei Prokofiev, com libreto do próprio compositor baseado na peça homônima de Carlo Gozzi. Estrondoso sucesso em 2022, a obra retorna ao palco da Sala de Espetáculos entre 27 de fevereiro e 7 de março, em uma temporada que combina humor, fantasia e inventividade musical. A ópera conta a história de um príncipe melancólico, que após ter seu estado de constante preocupação curado, acidentalmente pela Fada Morgana, que o amaldiçoa condenando-o a uma extensa jornada em busca de três laranjas que abrigam uma princesa em cada uma delas. Os ingressos custam R$290, com classificação de 12 anos e duração de 135 minutos, com intervalo. A Orquestra Sinfônica Municipal e o Coro Lírico Municipal participam da montagem, com Roberto Minczuk na direção musical, Hernán Sánchez Arteaga na regência do Coro Lírico, e Ronaldo Zero na direção cênica, a partir da concepção do ator e diretor Luiz Carlos Vasconcelos, que imprime à ópera referências do circo, das máscaras e da commedia dell’arte. O elenco reúne nomes como Giovanni Tristacci, Lídia Schäffer, Gabriella Pace, entre outros. Com uma narrativa que flerta com o surrealismo fantástico e uma partitura espirituosa, célebre pela icônica marcha. A remontagem reafirma o caráter único e encantador desta obra, convidando o público a curar, com humor e imaginação, toda e qualquer melancolia. SOBRE O COMPLEXO THEATRO MUNICIPAL DE SÃO PAULO O edifício do Theatro Municipal de São Paulo, assinado pelo escritório Ramos de Azevedo em colaboração com os italianos Claudio Rossi e Domiziano Rossi, foi inaugurado em 12 de setembro de 1911. Trata-se de um edifício histórico, patrimônio tombado, intrinsecamente ligado ao aperfeiçoamento da música, da dança e da ópera no Brasil. O Theatro Municipal de São Paulo abrange um importante patrimônio arquitetônico, corpos artísticos permanentes e é vocacionado à ópera, à música sinfônica orquestral e coral, à dança contemporânea e aberto a múltiplas linguagens conectadas com o mundo atual (teatro, cinema, literatura, música contemporânea, moda, música popular, outras linguagens do corpo, dentre outras). Oferece diversidade de programação e busca atrair um público variado. Além do edifício do Theatro, o Complexo Theatro Municipal também conta com o edifício da Praça das Artes, concebido para ser sede dos Corpos Artísticos e da Escola de Dança e da Escola Municipal de Música de São Paulo. Sua concepção teve como premissa desenhar uma área que abraçasse o antigo prédio tombado do Conservatório Dramático e Musical de São Paulo e que constituísse um edifício moderno e uma praça aberta ao público que circula na área. Inaugurado em dezembro de 2012 em uma área de 29 mil m², o projeto vencedor dos prêmios APCA e ICON AWARDS é resultado da parceria do arquiteto Marcos Cartum (Núcleo de Projetos de Equipamentos Culturais da Secretaria da Cultura) com o escritório paulistano Brasil Arquitetura, de Francisco Fanucci e Marcelo Ferraz. Quem apoia institucionalmente nossos projetos, via Lei de Incentivo à Cultura: Shell, Nubank, Bradesco, Atlas Schindler, Elo e IGC Partners. Pessoas físicas também fortalecem nossas atividades através de doações incentivadas. SOBRE A SUSTENIDOS |
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