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Destaque

“ENSAIOS DA ANITTA”: LOOK INSPIRADO PELO SIGNO DE CAPRICÓRNIO MARCA SEGUNDO DIA DE SHOW

Cantora desembarca com a sua turnê pré-carnavalesca em Fortaleza, Ceará, neste domingo (11) A temporada pré-Carnaval da poderosa já começou em grande estilo. Para o segundo dia dos Ensaios da Anitta, a cantora elegeu um look inspirado no signo de Capricórnio, reforçando sua estética poderosa. O show, já esgotado, acontece neste domingo (11), no Marina Park, em Fortaleza (CE). “O look de hoje homenageia um dos signos mais obstinados do Zodíaco, que também é meu ascendente. Nossa ideia foi traduzir, por meio de muito brilho, a força dos capricornianos. Já é um dos meus figurinos preferidos da temporada, que tá começando com tudo!”, conta Anitta.  Neste ano, a carioca escolheu como tema do seu carnaval o “Cosmos”, celebrando a astrologia e o universo místico. Ao longo da turnê, ela deve apostar em figurinos icônicos, inspirados em diferentes elementos do zodíaco. Fotos: Fred Othero  Criação: Anitta, Daniel Ueda e Leo Borges Desenvolvimento: Michelly X Styling: Daniel Ueda  P...

Galeria Olido recebe mostra de samba paulistano

 Com shows gratuitos e palestras, o projeto Bendito Samba Clube dá início às comemorações do aniversário da cidade de São Paulo


O evento também marca a estreia da roda de samba De Candeia a Guinetoque passará a ocupar a Galeria Olido semanalmente, todas as terças-feiras, às 18h

A Galeria Olido recebe de 20 a 25 de janeiro de 2026 a 2ª Mostra de Compositores do Bendito Samba Clube, projeto que homenageia sambistas paulistanos e reafirma o gênero como expressão viva, diversa e fundamental da cultura brasileira. As apresentações acontecem na Sala Olido, no coração do centro histórico de São Paulo.

Idealizado pelo sambista Marcus Marmello, o projeto carrega em seu nome uma homenagem às históricas Irmandades de São Benedito e de Nossa Senhora do Rosário dos Homens Pretos, instituições formadas por pessoas negras escravizadas e libertas que, ao longo do período colonial e pós-colonial, foram espaços essenciais de resistência, solidariedade, sociabilidade e preservação da cultura afro-brasileira. Essa herança simbólica orienta o projeto, que tem como principal objetivo oferecer visibilidade e reconhecimento a compositores, especialmente àqueles que produzem obras autorais e inéditas, frequentemente à margem do circuito comercial.

“Embora o samba seja um dos pilares da identidade cultural brasileira, o compositor de samba ainda enfrenta grandes obstáculos para ocupar espaços de visibilidade no circuito cultural contemporâneo”, Explica Marcus Marmello, idealizador do projeto. “Até um simples crédito, daquele que fez a obra interpretada nas mídias é muitas vezes ignorado.  Um dos principais fatores é a lógica de mercado que hoje orienta grande parte da programação cultural, muitas vezes mais voltada para produtos já consagrados, repertórios comerciais de fácil assimilação ou formatos de entretenimento de rápida circulação. Este projeto surge justamente como resposta a esse cenário. Ao colocar a música autoral no centro, ele propõe um deslocamento do olhar: valoriza o compositor como agente cultural, reconhece o samba como linguagem viva, de tradição e contemporaneidade e cria um espaço onde a criação não precisa se adaptar às exigências do mercado para existir”.

Após uma primeira edição marcada pela celebração da intergeracionalidade do samba, reunindo nomes da “velha guarda” e novas vozes da música brasileira, a mostra retorna em 2026 aprofundando o diálogo entre passado e presente. Ao todo, serão oito espetáculos, cada um dedicado à obra de dois compositores, interpretados por uma combinação de jovens e experientes cantoras e cantores da cena paulistana. Vale destacar nesta edição a merecida homenagem ao cantor e compositor Silvio Modesto (92 anos), que há mais de 50 anos contribui para o samba paulistano.

A programação tem início no dia 20 de janeiro, às 19h30, com Gabriella Cantto canta Pablo Souza e Nani Gessler canta Martinho Jorge. No dia 21, no mesmo horário, acontecem Monize Teix canta Marcos Eiras e Mano Jota canta Edu Batata. Já no dia 22, o público confere Marcelo Henrique canta Marquinhos Jaca e Delei Martins canta Chapinha da Vela. No dia 23, encerrando a primeira parte da programação noturna, sobem ao palco Maurinho de Jesus canta Silvio Modesto e Tito Amorim canta Marco Antonio da Nenê de Vila Matilde.

Nos dias 24 e 25 de janeiro, a mostra promove reapresentações dos espetáculos, sempre às 14h e às 16h, ampliando o acesso do público e reafirmando o compromisso do projeto com a democratização cultural.

Além dos concertos, a 2ª Mostra de Compositores do Bendito Samba Clube propõe espaços de interlocução, escuta e reflexão sobre o samba paulistano. No dia 21 de janeiro, às 18h, acontece uma roda de samba de compositores, com a apresentação de músicas inéditas, dentro do projeto De Candeia a Guineto, que homenageia mestres do gênero e passa a ocupar a Galeria Olido semanalmente, todas as terças-feiras, às 18h.

Já nos dias 22 e 23 de janeiro, o público poderá participar da palestra Samba Rural e Urbano de São Paulo, ministrada pelo pesquisador, jornalista e compositor Famelli Júnior (Júnior do Peruche). Reconhecido por sua ampla trajetória de pesquisa sobre a cultura popular paulista, Famelli também é responsável por uma coleção pessoal com mais de 600 mil itens relacionados à história do samba em São Paulo.

“Realizar essa mostra na Sala Olido tem um significado simbólico profundo. Trata-se de um equipamento público localizado no coração da cidade, em um território historicamente marcado por encontros, deslocamentos e pela presença do povo trabalhador”, Reflete Marmello. “O centro de São Paulo sempre foi espaço de circulação de culturas, saberes e expressões populares, e o samba faz parte dessa história, desde os desfiles das grandes escolas, ainda que muitas vezes tenha sido invisibilizado ou deslocado para as margens. Ao ocupar a Sala Olido, o projeto reafirma o direito do samba de estar no centro, não apenas geograficamente, mas também no debate cultural da cidade. É um gesto de reconhecimento do samba como patrimônio imaterial e identidade do povo brasileiro. O Samba  nasce do povo e deve circular em espaços públicos, acessíveis e democráticos”, finaliza o produtor.

Mais do que uma sequência de shows, a 2ª Mostra de Compositores do Bendito Samba Clube se afirma como um ato de memória, celebração e valorização da diversidade cultural, conectando gerações, territórios e narrativas do samba no coração da cidade. Ao promover a música autoral e criar espaços acessíveis para artistas e público, o projeto contribui de forma decisiva para o fortalecimento da cena musical brasileira e para a preservação de um legado que segue pulsando nas rodas, nas esquinas e nos palcos.

 

Serviços – 2ª Mostra de Compositores do Bendito Samba Clube

Sala Olido – Centro Cultural Olido

Grátis/Livre

Av. São João, 473 – Centro Histórico de São Paulo – SP

 

20 de janeiro de 2026 (terça-feira)

19h30

  • Gabriella Cantto canta Pablo Souza
  • Nani Gessler canta Martinho Jorge

 

21 de janeiro de 2026 (quarta-feira)

19h30

  • Monize Teix canta Marcos Eiras
  • Mano Jota canta Edu Batata

18h

  • Roda de Samba de Compositores – Projeto De Candeia a Guineto  (Apresentação de músicas inéditas)

 

22 de janeiro de 2026 (quinta-feira)

18h30

  • Palestra: “Samba Rural e Urbano de São Paulo”

Com Famelli Júnior (Júnior do Peruche)

19h30

  • Marcelo Henrique canta Marquinhos Jaca
  • Delei Martins canta Chapinha da Vela

 

23 de janeiro de 2026 (sexta-feira)

18h30

  • Palestra: “Samba Rural e Urbano de São Paulo”

Com Famelli Júnior (Júnior do Peruche)

19h30

  • Maurinho de Jesus canta Silvio Modesto
  • Tito Amorim canta Marco Antonio da Nenê de Vila Matilde

 

 

24 de janeiro de 2026 (sábado)

14h

  • Gabriella Cantto canta Pablo Souza
  • Nani Gessler canta Martinho Jorge

16h

  • Monize Teix canta Marcos Eiras
  • Mano Jota canta Edu Batata

 

25 de janeiro de 2026 (domingo)

14h

  • Marcelo Henrique canta Marquinhos Jaca
  • Delei Martins canta Chapinha da Vela

16h

  • Maurinho de Jesus canta Silvio Modesto
  • Tito Amorim canta Marco Antonio da Nenê de Vila Matilde

(Encerramento)

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