Chef e empresária Mariele Horbach transforma feijoada de Dia das Mães em tradição de afeto, memória e herança familiar
Prato que atravessa gerações ganha ainda mais significado ao ser preparado a partir de uma receita de família, escolhida especialmente para celebrar a data
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| Fotógrafo Luís Vinhão |
Mais do que um clássico da culinária brasileira, a feijoada pode ser um verdadeiro elo entre gerações — e, para a chef e empresária Mariele Horbach, esse prato carrega um significado ainda mais profundo. No Dia das Mães, ela resgata não apenas uma tradição já esperada pelo público, mas também uma história que vem de dentro de casa: a feijoada servida nos bares do Grupo Hungry tem origem em uma receita de família, marcada por afeto, memória e encontros ao redor da mesa.
É justamente esse valor emocional que faz com que a ação se repita ano após ano. Neste Dia das Mães, mães acompanhadas pelos filhos ganham feijoada no domingo comemorativo da data — um gesto simbólico que traduz o espírito da celebração: reunir, acolher e homenagear.
A iniciativa nasceu do carinho dos clientes, que passaram a pedir antecipadamente o retorno da ação, mas ganhou força por representar algo maior: a conexão entre comida e lembranças afetivas.
“Essa feijoada tem um significado muito especial para mim, porque vem de uma receita de família, daquelas que carregam história e amor em cada detalhe. Quando a gente decidiu trazer isso para os bares, foi justamente para compartilhar esse sentimento com outras pessoas. E ver que os clientes abraçaram isso é muito emocionante”, conta Mariele.
Segundo ela, a escolha do prato para o Dia das Mães não é por acaso. A feijoada, tradicionalmente associada aos almoços de domingo, remete diretamente à figura materna e aos momentos vividos em família.
“Todo mundo começou a perguntar se teria novamente a feijoada do Dia das Mães. Percebemos que deixou de ser apenas uma ação e virou uma tradição. Acho que isso acontece porque a feijoada traz essa memória do almoço na casa da mãe, da comida feita com tempo, com cuidado, para reunir todo mundo”, afirma.
Conhecida como a Rainha dos Botecos de São Paulo, Mariele reforça que a gastronomia vai muito além do sabor — ela é capaz de despertar emoções, resgatar histórias e fortalecer laços.
“A comida tem esse poder de transportar a gente. E quando ela vem de uma receita de família, isso fica ainda mais forte. É carinho, é memória, é pertencimento. É muito bonito ver famílias criando novas lembranças a partir dessa experiência”, completa.
A ação acontece exclusivamente no domingo de Dia das Mães nas unidades participantes do Grupo Hungry. No Garota da Vila, a feijoada será servida em sistema de buffet, enquanto no Bar Jobim o prato chega à mesa nas tradicionais panelinhas individuais da casa — sempre mantendo viva a essência de uma receita que nasceu no ambiente mais importante de todos: o lar.



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