Rangel, filho de Marcão, do Charlie Brown Jr., estreia na cena musical com o single "Vestido Branco"

Aos 16 anos, jovem artista  aposta no estilo influenciado pelo hip´hop para construir sua própria identidade artística, influenciado pela trajetória musical do pai.


Rangel, filho de um dos músicos que ajudaram a escrever a história do rock brasileiro, o guitarrista e compositor  Marcão Britto, do Charlie Brown Jr., lança em todas as plataformas digitais, nesta sexta-feira (28), a 0h,  o single “Vestido Branco”, de autoria do artista,  que  marca oficialmente uma nova fase em sua trajetória musical. Aos 16 anos, o jovem artista escolheu o trap como linguagem para expressar sentimentos, experiências e reflexões, com início a construção de uma identidade própria, apesar da forte influência musical que acompanha sua história familiar. 

“Vestido Branco” foi a faixa escolhida para iniciar uma série de lançamentos do jovem artistas, prevista até dezembro, trazendo como proposta  a exploração dessa capacidade de transformar experiências e sentimentos em música. A faixa apresenta uma reflexão sobre desejos, relacionamentos e escolhas, além de trabalhar com a ideia de dualidade e analisar o conflito entre estar obcecado por alguém e, ao mesmo tempo, não querer ferir seus sentimentos. Entre romance e aventura, a canção convida o ouvinte a refletir sobre aquilo que realmente deseja.

“Essa música chega para mostrar esses dois lados da vida.  Na real mostra você estar obcecado por alguém, mas também não querer machucar seus sentimentos. A proposta é saber se você quer um romance ou apenas uma aventura e trazer uma reflexão para que cada um possa escolher o que realmente quer. E tá valendo!”, resume o jovem Rangel.

Ao contrário de muitos artistas que surgem na cena musical predestinados à carreira efêmera, Rangel estreia no celeiro da música com o DNA , que remete a paixão pela arte de cantar. Ele afirma  que seu principal objetivo é criar uma conexão verdadeira com o público. “Meu objetivo é que as pessoas conheçam o meu trabalho e possam se identificar com as mensagens nas minhas músicas.”

Para o jovem artista, essa nova fase também representa a realização de um sonho construído longe dos holofotes. Antes de apresentar seu trabalho ao público, ele afirma ter dedicado tempo para estudar, experimentar e trabalhar em silêncio.

“Quero que as pessoas descubram que vale a pena acreditar nos sonhos e que todos nós estamos aqui em uma missão e também estamos conectados. Não importa se eu tenho 16 anos. Trabalhei no off por muito tempo e ralei muito para chegar até aqui. Quero que todos acreditem que vale a pena sonhar.”

Rangel chega, portanto, à música não apenas como “filho de Marcão”, mas como um artista que começa a escrever suas próprias páginas. Se a história familiar abriu portas e proporcionou referências, é no trap que ele pretende encontrar o espaço para contar sua própria história — com suas experiências, suas inquietações e uma visão de mundo que ainda está em construção.

Apesar de ter crescido em um ambiente cercado pela música, Rangel conta que foi durante a pandemia da covid-19, ainda na pré-adolescência, que sua relação com a arte se transformou. O período de isolamento o aproximou de diferentes sonoridades e, especialmente, do trap, gênero que despertou nele uma nova maneira de enxergar o mundo. 

“Foi neste período que eu me conectei com a música de verdade. O trap foi um gênero que me fez refletir e entender o mundo de uma forma diferente do que eu estava acostumado. Me trouxe inspiração para  conhecer melhor a essência do estilo musical e suas vertentes como o rap e o funk””, diz o cantor

A influência familiar, entretanto, não significa uma tentativa de reproduzir a trajetória do pai. Rangel faz questão de destacar que, embora tenha enorme respeito por tudo o que foi construído antes dele, sua intenção é transformar essas referências em combustível para encontrar sua própria voz, sua sonoridade musical. “Mesmo sendo inserido no mundo da música desde pequeno, aprendi a construir a minha identidade baseada nas coisas que eu enxergava pelo meu ponto de vista. Tenho muito respeito por tudo que foi construído antes de mim, mas quero construir a minha própria história”. Lançamento Exclusivo: ONErpm, com distribuição Digital: LAB3TV


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