Último fim de semana de Rock in Rio: micromobilidade vira aliada contra o trânsito intenso no Rio

Com os últimos dias de shows, fluxo de pessoas aumenta na Zona Oeste; planejamento dos deslocamentos pode ajudar a tornar os trajetos mais previsíveis

Foto: Divulgação Whoosh

O Rock in Rio 2026 chega ao seu último fim de semana, com shows nesta sexta-feira (11), sábado (12) e domingo (13), na Cidade do Rock. Com atrações como Stray Kids e Zara Larsson na programação, milhares de pessoas devem circular pela Zona Oeste durante os últimos dias do festival, e os deslocamentos podem exigir um pouco mais de planejamento, especialmente em horários de maior movimento.

Na edição de 2024, vias da região da Barra da Tijuca e de bairros próximos registraram trânsito intenso e lento no primeiro dia do festival. Entre 16h e 20h, o congestionamento médio no Rio chegou a 130 quilômetros. Para quem vai ao festival ou precisa circular pela cidade neste fim de semana, considerar as condições do trânsito e pensar previamente nas diferentes etapas do trajeto pode ajudar a evitar imprevistos.

Em grandes eventos, esse planejamento ganha ainda mais importância. Para Cadu Souza, diretor de Operações da Whoosh, grandes eventos alteram a dinâmica de circulação da cidade e tornam importante pensar em alternativas para os diferentes trechos da viagem.

“Quando milhares de pessoas chegam ao Rio para um grande evento, a movimentação não fica restrita ao local dos shows. O fluxo de pessoas aumenta em diferentes regiões e pode impactar o trânsito e os deslocamentos de forma geral. Por isso, vale planejar a viagem considerando cada trecho e avaliar qual modal faz mais sentido para cada momento. Em percursos curtos, a micromobilidade pode ser uma alternativa para complementar outros meios de transporte”, afirma Cadu Souza.

Para quem vai ao Rock in Rio ou precisa circular pela cidade neste fim de semana, algumas medidas simples podem ajudar a organizar os deslocamentos:

  1. Considere o aumento do fluxo na cidade 

Durante grandes eventos, o volume de pessoas circulando pelo Rio aumenta e pode impactar o trânsito em diferentes horários e regiões. Por isso, quem precisa se deslocar pela cidade deve considerar possíveis alterações no tempo de viagem e evitar deixar o planejamento para a última hora.

Consultar as condições de trânsito antes de sair e reservar tempo adicional para o percurso são medidas simples que podem evitar imprevistos.

  1. Combine diferentes meios de transporte 

Nem sempre um único modal precisa ser responsável por todo o percurso. Dependendo da distância, do horário e do destino, diferentes meios de transporte podem atender melhor a cada etapa da viagem.

Para distâncias maiores, o transporte coletivo pode ser uma opção adequada, enquanto alternativas como caminhada, bicicleta e patinete elétrico podem complementar o trajeto em percursos mais curtos. O importante é avaliar as opções disponíveis e escolher a combinação que faça sentido para cada deslocamento.

“Não existe um único modal que seja ideal para todos os deslocamentos. Cada meio de transporte atende melhor a determinados trajetos. O importante é que o usuário consiga avaliar as opções disponíveis e escolher a combinação que faça sentido para a viagem que precisa realizar”, afirma Cadu.

  1. Fique de olho na última milha 

Um dos trechos que podem exigir mais planejamento é justamente a chamada última milha, que corresponde à distância entre uma estação, um ponto de desembarque ou outro meio de transporte e o destino final.

É nesse tipo de deslocamento que a micromobilidade pode entrar como alternativa. Segundo dados da Whoosh, a média das corridas realizadas pela empresa no Brasil é de aproximadamente 2 quilômetros, com duração de 12 minutos, perfil associado aos deslocamentos urbanos de curta distância.

“O transporte público cumpre um papel fundamental nos deslocamentos pela cidade, principalmente nas distâncias maiores. Mas muitos trajetos ainda têm um trecho entre a estação e o destino final. É nesse espaço que alternativas de micromobilidade podem ajudar o usuário a completar a viagem”, explica o diretor de operações da Whoosh.

  1. Consulte as opções disponíveis no seu trajeto 

Para quem pretende utilizar uma patinete elétrica em algum momento da viagem, é importante consultar previamente a área de operação e os pontos disponíveis no aplicativo.

A Whoosh opera com pontos de estacionamento virtuais. Os usuários localizam os veículos pelo aplicativo, realizam o desbloqueio e, ao final do percurso, devem encerrar a viagem em um ponto autorizado. O modelo mantém as patinetes organizadas e concentradas em locais específicos da cidade.

No Rio de Janeiro, a Whoosh opera desde 2024, com utilização tanto em deslocamentos cotidianos na região central quanto aos fins de semana na Zona Sul.

Com o Rock in Rio chegando aos últimos dias, a mobilidade passa a fazer parte do planejamento de quem vai ao festival e também de quem precisa circular pelo Rio durante o período. Consultar as condições de trânsito, conhecer as opções disponíveis e pensar previamente em cada trecho do percurso pode ajudar a tornar os deslocamentos mais previsíveis, mesmo com o aumento do fluxo de pessoas.

Foto: Freepik

Sobre a Whoosh

A Whoosh é uma empresa internacional de tecnologia que desenvolve e implementa de forma independente soluções de transporte de micromobilidade, por meio do uso de patinetes. A empresa que gerencia o serviço, também lançou uma escola de condução para garantir a segurança dos usuários. As patinetes da marca são equipadas com o seu próprio módulo Whoosh IoT (Internet of Things), que permite controlar totalmente o estado e as condições do veículo, incluindo bloqueio de velocidade e monitoramento de rotas. Os dados recebidos dos equipamentos permitem a criação de relatórios analíticos sobre micromobilidade, que podem ser de informação muito útil para as autoridades urbanas responsáveis pelo planeamento e desenvolvimento de políticas ambientais das cidades onde a Whoosh opera. Mais informações no https://whoosh.bike/br 


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